O nosso sal

Salgado ou insosso, a culpa é sempre do cozinheiro!

Correção!!

Todos conhecemos aquela pessoa.. a que dizemos que não precisamos de ajuda, mas a quem viramos as costas e já está a provar da panela.. e a adicionar mais sal.. ou pimenta.. ou qualquer outra especiaria..

Bem.. aí a culpa não é do cozinheiro!

Posso-vos garantir que na nossa quinta, isto não acontece!

Os nossos chef's de cozinha não se preocupam com este tipo de situações, mas sim em dar aos nossos hóspedes uma alimentação rica em sabores e nutrientes. E uma das coisas em que apostam são em diferentes tipologias de sal, como o sal rosa, o sal preto e o sal marinho.

Vamos conhecer melhor cada tipologia?



Sal Rosa

O sal rosa é originário das Cordilheiras do Himalaia. Anteriormente, a cadeia de montanhas estava coberta por um mar com uma elevada concentração de minerais. Uma parte da água sofreu o efeito da evaporação e pelo efeito do sol surgiram cristais de coloração rosada dada a grande quantidade de minerais.

O sal rosa do Himalaia possui cálcio, iodo, magnésio, potássio e fósforo, bem como quantidades reduzidas de sódio, o que é benéfico para quem sofre de hipertensão.

As suas propriedades previnem o envelhecimento, ajudam a regular a água no corpo e atuam sobre as hormonas da tiróide.

Este sal poderá ser um substituto do sal de cozinha na preparação de diversos pratos, como grelhados e saladas.

Na nossa quinta, o mesmo é misturado com pimenta e ervas aromáticas e utilizado em saladas.



Sal Preto

O sal preto ou sal preto do Himalaia, provém de duas regiões. Uma é a Ilha Malokai no Havai, onde o sal preto é produzido de forma artesanal misturando as pedras de sal com lava vulcânica. E a outra é no Sul da Ásia, de onde vem o nome do sal preto do Himalaia, ou, Kala Namak, um sal não refinado com um forte sabor a enxofre devido aos compostos contidos neste mineral.

O Kala Namak, que também recebe o nome de Sanchal, é originário das minas vulcânicas do norte da Índia, do Paquistão e dos lagos salgados de Sambhar ou Didwana no Rajastão (Índia). O sal preto é uma variação do sal rosa do Himalaia.

Este ajuda a amenizar sintomas como a azia, prisão de ventre, colesterol, espasmos musculares e cólicas, quando não consumido em excesso.

Na nossa quinta, o mesmo é colocado num moinho que permite com que este fique mais fino. Sendo servido, por exemplo, com os nossos ovos cozidos ou mexidos.


Sal Marinho

Este sal resulta da evaporação da água do mar. Atualmente em Portugal continuam ativas salinas, onde para além da produção de sal são realizados vários tratamentos relacionados com a nossa sáude.

O sal marinho não sofre processos de refinamento, o que permite um maior fornecimento de minerais importantes para o nosso corpo, como o iodo. Deste modo, combate problemas na tiróide, regula a distribuição de água no organismo e a pressão sanguínea.

O sal marinho poderá ser utilizado para temperar os alimentos com menor quantidade de sal, este tem um sabor mais forte que o sal refinado e é uma forma simples de aumentar o consumo de minerais. Para além disto, é uma excelente solução para quando temos a garganta inflamada ou irritada.

Na nossa quinta, este é utilizado por exemplo para temperar legumes.


Estes são os nossos três tipos de sal, cada um com as suas diferenças e formas de uso na cozinha. Porém, todos ricos em benefícios para a saúde e escolhidos a dedo pelos nossos chef's!

No final, o importante para nós é fazer-lhe chegar uma refeição equilibrada e cheia de energia.


E você, que tipos de sal usa na sua cozinha?



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